Terminamos o módulo veus, vamos agora para nosso terceiro módulo que será de danças folclóricas.
Lhe espero lá dia 01/03/2011.
Faça seu comentário sobre o módulo.
Queridas, Feliz Natal e um Ano Novo com realizações.
essa imagens são da apresentação do final do modulo II, NO JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO DAS ALUNAS. ESTAVA TUDO LIIINDO!!! A DANÇA, O FIGURINO, A DECORAÇÃO A FESTA, TUUUUDO LIIIIDO !!! PARABENS AS ALUNAS DO CURSO PROFISSIONALIZANTE E OBRIGADA AS PESSOAS QUE PARTICIPARAM.
Beeeijos
Criei este espaço para as alunas do curso profissionalizante em Dança do Ventre, receberem material didático e para deixarem seus comentários, dúvidas, sugestões e recados.
FORMAÇÃO DE PROFESSORA PARA DANÇA DO VENTRE 2010
BELÉM - PA - AMAZÔNIA
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
COMO DANÇAR A MÚSICA CLASSICA
O novo módulo começou assim....
Como dançar a música clássica
As na dança clássica as flutuações de aceleração são totalmente improvisadas, a bailarina e o músico devem estar perfeitamente entrosados. Para o expectador, o instrumento leva a música para dentro de seus ouvidos e o corpo da bailarina deverá ser a tradução exata das impressões sonoras recebidas.
As musicas clássicas necessitam de ouvido atento e afinado, conhecimento da sua estrutura, dos seus pormenores: hora de deslocar, de parar, de usar o véu e de soltá-lo. Hora para tremer, para ondular, para pular, girar, etc. A criatividade fica para os inúmeros passos que podemos explorar em cada momento, mas não para reinventar uma nova forma de interpretar os momentos da música.
Abaixo algumas informações para levar em consideração e explicar para sua aluna quando for dançar a música clássica.
Basicamente ela ou você, deve estar atenta para os seguintes detalhes:
1. Introdução da música: você não deve dançar! Esta é a apresentação da banda, por mais que ela não esteja ali fisicamente, esse momento não é para dançar, mesmo que você ache lindo de morrer!!
2. Chamada da Bailarina: fique atenta, uma variação da melodia de introdução é a chamada da dançarina, ela pode ser longa ou só um floreio rápido. Geralmente ela vem após a percussão iniciar o ritmo da entrada.
3. Entrada da bailarina: nesse momento, o ritmo inicia puro, sem melodia, quando a melodia entra junto com ritmo, é a hora de entrar com deslocamentos ou andando dependendo do ritmo tocado. Mas, caso você não conheça a música e não queira entrar esbaforida, conte até 4 e entre. A música árabe tem 2, 4 ou 8 tempos, normalmente, ou seja, ela "vira" após essa contagem, o que marca um novo momento da música.
4. Baladi: mas pode ser um saidi sem mizmar (cornetinha). Esse é o momento para parar de se deslocar e marcar com um básico egípcio. Esse movimento é o sinal que você reconheceu o ritmo (descrito a cima). Essa é à hora de largar o véu, caso tenha entrado com ele.
5. Variação: a partir de agora a música vai variar não necessariamente na mesma ordem. Pode-se ter um Taqsim:
· No quanoun sempre se faz tremido
· O alaúde se for dedilhado e instrumento de sopro, fazem-se ondulação. Com exceção do mizmar, que você dança folclore como Said. Pule, faça gracejos.
· Soudi se dança khaleege;
· ayoub puro - sem melodia, só percussão - é zaar, (baixe um santo)
· pode-se ter um ritmo de deslocamento (malfuf, vox, ayoub, masmoudi) acompanhando a melodia alternando entre um momento e outro da música.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
NOVO MODULO
Começamos o modulo II do curso profissionalizante com os seguinte assuntos;
Dança do ventre classica
dança com sete veus
véu wings
dança com dois veus
e atelier para confecção dos adereços.
Lhe espero la
Beeeijos
Dança do ventre classica
dança com sete veus
véu wings
dança com dois veus
e atelier para confecção dos adereços.
Lhe espero la
Beeeijos
quarta-feira, 7 de julho de 2010
FINALIZAMOS O PRIMEIRO MODULO 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
NOTAÇÃO MUSICAL
Olá queridas,
Começamos estudar um tópico de suma importância para a professora e bailarina de dança. Os Ritmos, e para começarmos precisamos conhecer pelo menos um mínimo de como funciona, o que é a música. Vimos nessa aula os ritmos Baladi e Said.
Notação musical é o nome genérico de qualquer sistema de escrita utilizado para representar graficamente uma peça musical, permitindo a um intérprete que a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador. O sistema de notação mais utilizado atualmente é o sistema gráfico ocidental que utiliza símbolos grafados sobre uma pauta de 5 linhas, também chamada de pentagrama. Diversos outros sistemas de notação existem e muitos deles também são usados na música moderna.O elemento básico de qualquer sistema de notação musical é a nota, que representa um único som e suas características básicas: duração e altura. Os sistemas de notação também permitem representar diversas outras características, tais como variações de intensidade, expressão ou técnicas de execução instrumental.
Notação musical é o nome genérico de qualquer sistema de escrita utilizado para representar graficamente uma peça musical, permitindo a um intérprete que a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador. O sistema de notação mais utilizado atualmente é o sistema gráfico ocidental que utiliza símbolos grafados sobre uma pauta de 5 linhas, também chamada de pentagrama. Diversos outros sistemas de notação existem e muitos deles também são usados na música moderna.O elemento básico de qualquer sistema de notação musical é a nota, que representa um único som e suas características básicas: duração e altura. Os sistemas de notação também permitem representar diversas outras características, tais como variações de intensidade, expressão ou técnicas de execução instrumental.
Notação padrão notação musical padrão é escrita sobre uma pauta de cinco linhas. Por isso também é chamada de pentagrama. O conjunto da pauta e dos demais símbolos musicais, representando uma peça musical é chamado de partitura. Seguem-se alguns dos elementos que podemos encontrar numa partitura.
Representação das durações Tempo e compasso - regulam quantas unidades de tempo devem existir em cada compasso. Os compassos são delimitados na partitura por linhas verticais e determinam a estrutura rítmica da música. O compasso escolhido está diretamente associado ao estilo da música. Uma valsa, por exemplo, tem o compasso 3/4 e um rock tipicamente usa o compasso 4/4.Em uma fórmula de compasso, o denominador indica em quantas partes uma semibreve deve ser dividida para obtermos uma unidade de tempo (na notação atual a semibreve é a maior duração possível e por isso todas as durações são tomadas em referência a ela). O numerador define quantas unidades de tempo o compasso contém. No exemplo abaixo estamos perante um tempo de "quatro por quatro", ou seja, a unidade de tempo tem duração de 1/4 da semibreve e o compasso tem 4 unidades de tempo. Neste caso, uma semibreve iria ocupar todo o compasso.
Figuras musicais - Valores ou figuras musicais são símbolos que representam o tempo de duração das notas musicais. São também chamados de valores positivos. Os símbolos das figuras são usados para representar a duração do som a ser executado. As notas são mostradas na figura abaixo, por ordem decrescente de duração.
Elas são: semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa e semifusa.Antigamente existia ainda a breve, com o dobro da duração da semibreve, a longa, com o dobro da duração da breve e a máxima, com o dobro da duração da longa, mas essas notas não são mais usadas na notação atual.
Cada nota tem metade da duração da anterior. Se pretendermos representar uma nota de um tempo e meio (por exemplo, o tempo de uma mínima acrescentado ao de uma colcheia) usa-se um ponto a seguir à nota. A duração real (medida em segundos) de uma nota depende da fórmula de compasso e do andamento utilizado. Isso significa que a mesma nota pode ser executada com duração diferente em peças diferentes ou mesmo dentro da mesma música, caso haja uma mudança de andamento.
Nota pontuada é uma nota musical que é seguida com um ponto logo a sua frente. Este ponto adiciona metade do valor da nota que o precede.
Pausas - representam o silêncio, isto é, o tempo em que o instrumento não produz som nenhum, sendo chamados valores negativos. As pausas se subdividem também como as notas em termos de duração. Cada pausa dura o mesmo tempo relativo que sua nota correspondente, ou seja, a pausa mais longa corresponde exatamente à duração de uma semibreve. A correspondência é feita na seguinte ordem:
Cifra é um sistema de notação musical usado para indicar através de símbolos gráficos ou letras os acordes a serem executados por um instrumento musical (como por exemplo uma guitarra). São utilizadas principalmente na música popular, acima das letras ou partituras de uma composição musical, indicando o acorde que deve ser tocado em conjunto com a melodia principal ou para acompanhar o canto.As
principais cifras são grafadas:
A: nota lá ou acorde de Lá Maior
A: nota lá ou acorde de Lá Maior
B:nota si ou acorde de Si Maior ( H em alemão)
C: nota dó ou acorde de Dó Maior
D:nota ré ou acorde de Ré Maior
E:nota mi ou acorde de Mi Maior
F: nota fá ou acorde de Fá Maior
G: nota sol ou acorde de Sol MaiorOs acordes menores são grafados pelas letras acima, acompanhados da letra "m" minúscula.
Ex: Cm indica um acorde de Dó menor. Há outras alterações quando se utilizam tetracordes ou intervalos dissonantes. Ex: Cm7 indica acorde de Dó menor com sétima
Origem: http://pt.wikipedia.org
Origem: http://pt.wikipedia.org
Profª de musica Helena Castro
domingo, 23 de maio de 2010
VÉU LEQUE
Fan Veil
Por: Lilian Castro
Leque de seda para a dança do ventre, além de de mais um elemento cênico, é a marca de uma fusão com a dança tradicional oriental. Não se tem uma definição de onde começou a dança que conhecemos por Fan veil, ou véu leque, mas há um indicio de que sua origem foi na dança oriental coreana e japonesa, Buchaechum (coreana) e a Odori (japonesa).
A dança com o véu leque seria uma combinação da dança oriental com a dança do leque coreana Buchaechum (fan dance). Sendo que foi adaptado um véu de seda pura ao leque para dar ênfase aos movimentos.
O fan véu começou a aparecer na dança do ventre por volta de 2003. Época em que vários grupos de dança chinesa começaram a se apresentar com freqüência nos E.U.A, e pode ter influenciado as praticantes da danças do ventre a fazerem essa fusão.
A fusão permite criar algo novo e diferente. Como performances mais arrojadas na dança do ventre. Acredita-se que foi assim que os movimentos da dança chinesa se fundiram muito bem com os movimentos da dança do ventre.
Atualmente o Leque com véu de seda é a última moda entre as dançarinas de dança do ventre do mundo todo. A beleza encantadora dele, o efeito que proporciona quando movimentado com destreza e graciosidade é um ponto alto no show.
A dança com os fans (leques) é uma oportunidade para aqueles que querem experimentar a fusão dos movimentos da dança do ventre, com ritmo coreano ou japonês. Quando bem trabalhados, fica maravilhoso!
Por: Lilian Castro
Leque de seda para a dança do ventre, além de de mais um elemento cênico, é a marca de uma fusão com a dança tradicional oriental. Não se tem uma definição de onde começou a dança que conhecemos por Fan veil, ou véu leque, mas há um indicio de que sua origem foi na dança oriental coreana e japonesa, Buchaechum (coreana) e a Odori (japonesa).
A dança com o véu leque seria uma combinação da dança oriental com a dança do leque coreana Buchaechum (fan dance). Sendo que foi adaptado um véu de seda pura ao leque para dar ênfase aos movimentos.
O fan véu começou a aparecer na dança do ventre por volta de 2003. Época em que vários grupos de dança chinesa começaram a se apresentar com freqüência nos E.U.A, e pode ter influenciado as praticantes da danças do ventre a fazerem essa fusão.
A fusão permite criar algo novo e diferente. Como performances mais arrojadas na dança do ventre. Acredita-se que foi assim que os movimentos da dança chinesa se fundiram muito bem com os movimentos da dança do ventre.
Atualmente o Leque com véu de seda é a última moda entre as dançarinas de dança do ventre do mundo todo. A beleza encantadora dele, o efeito que proporciona quando movimentado com destreza e graciosidade é um ponto alto no show.
A dança com os fans (leques) é uma oportunidade para aqueles que querem experimentar a fusão dos movimentos da dança do ventre, com ritmo coreano ou japonês. Quando bem trabalhados, fica maravilhoso!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
VEU LEQUE, RITMOS
Estamos chegando ao final do primeiro módulo do nosso curso profissionalizante. Estudaremos neste modulo o Veu leque, onde aprenderemos a manusear com destreza, e também fazer composições coreográficas com ele. Ritmo onde estudaremos os ritmos mais importantes na musica árabe. Veja um pouco sobre o que começamos a estuadar.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
ENCERRAMENTO DOS TREs TOPICOS
Encerramos os tres típicos ainda do I Módulo: como ministrar uma aula de dança do ventre, o que ensinar nas aulas, como ensinar, e a dança com um véu, como dançar e a técnica para ensinar.
Parabéns queridas, Adriana, Elisangela, Goretti e Nádia, pela dedicada participação.
Gostaria que voces deixassem aqui um resumo do que foi visto nesses típicos, e sua opinião sobre o mesmo.
Beeeijos
Algumas fotos desse momento.


Parabéns queridas, Adriana, Elisangela, Goretti e Nádia, pela dedicada participação.
Gostaria que voces deixassem aqui um resumo do que foi visto nesses típicos, e sua opinião sobre o mesmo.
Beeeijos
Algumas fotos desse momento.


terça-feira, 4 de maio de 2010
DANÇA COM UM VÉU - Curso prof. 2010
Estamos finalizando o mes de Abril, com o estudo da dança com um véu. Foram aulas praticas e teóricas. Obrigada queridas, pela participação e dedicação. Não esquecendo, claro, que ainda temos as atividades para fazer!
Abaixo um pouco de que está sendo nossa aula sobre véu. Até a aula.
Beeeijos
Origem do Véu
Existem diversas fontes para a introdução da dança com véu na dança oriental contemporânea. Após o período grego e romano, não parece haver nenhuma documentação da dança com véu no Oriente Médio ou Norte da África, nem na literatura ou na arte. No final dos anos 1800 e início dos anos 1900, haviam numerosas fotografias tomadas de mulheres dançando com o que parecia ser echarpes e lenços. Muitas dessas fotografias foram feitas fotos, que foram mais reflexivos do gosto dos fotógrafos lascivos, do que documento que se presume da cultura.
Havia um apetite para os compradores inglês e europeus destas fotografias provocantes, e às vezes seminua. As fotografias mostravam fantasias de como as mulheres dos haréns deveriam parecer. É provável que fossem mulheres muito pobres, prostitutas, dançarinas ou escravas. As famílias das mulheres respeitáveis, não lhes permitiam ser fotografadas. Assim, as pessoas representadas nas fotografias, não foram representativas da população em geral.
É difícil e impossível discernir se foram colocadas mulheres dançando, ou as mulheres que estavam em posturas de dança. Muitas mulheres foram orientadas a tomar os seus lenços na cabeça e pousarem com eles. Os fotógrafos estavam explorando a romântica e erotizada imagens de mulheres veladas, que descobriam seus encantos para o espectador. Os véus eram pesados, panos opacos, seda pura, tecidos fluidos e estas mulheres, presumem-se, não estavam dançando com eles.....
...Véu nos Estados Unidos teve várias raízes no início "A Dança dos Sete Véus", de Oscar Wilde, e nas dançarinas famosas Kate Vaughan e Loie Fuller, e nas visões de Hollywood do Oriente antigo. É possível que Hollywood fosse também influenciada pelas mulheres dos cartões-postais da virada do século. ..
domingo, 25 de abril de 2010
MEDITANDO COM MANDALA
Oiii queridas vamos ver aqui como meditar com a mandala.
Mandalas são imagens circulares usadas há milênios pelos povos orientais para expressar, através de um desenho, a experiência humana de contato com a energia divina. Nas mandalas estão expressas as relações entre o Homem e o Cosmos, entre a busca de conquistas materiais e a energia espiritual que está por trás delas. Em outras palavras, as mandalas são um caminho para se autoconhecer alinhada com Deus.
A palavra mandala vem do sânscrito e significa "círculo mágico". Entre os povos orientais, atribui-se às mandalas a característica de representar graficamente o ritmo, movimento e harmonia que regem todo o Universo, a natureza e o próprio ser humano.
Para os hindus, a mandala é a reprodução da mente humana quando equilibrada. Por esta razão, meditar corretamente, olhando para uma mandala, pode reordenar os processos mentais, trazendo paz e soluções para conflitos sobre os quais nem mesmo conseguimos ter consciência. Ou seja, mesmo sem que você saiba exatamente o que causa uma determinada perturbação em sua vida, a meditação com uma mandala pode acabar com o problema.
DICAS PARA MEDITAR COM A MANDALA
1. Escolha a sua mandala - aquela que mais te fascina - e observe-a bem, pensando naquilo que está buscando: foco, concentração, criatividade, abundância, fertilidade, saúde, amorosidade, serenidade, etc.
2. Procure sentar numa posição confortável com a coluna ereta, colocando a mandala diante de seu rosto pendurada na parede. O centro da mandala deverá estar à altura dos olhos, numa distância semelhante à extensão de seu braço.
3. Focalize toda sua atenção no centro da mandala. Não exerça tensão sobre os olhos que deverão permanecer repousados no centro da mandala durante todo o exercício. Procure aos poucos esvaziar sua cabeça, deixando a mandala agir em você através do movimento que lhe é inerente. A idéia é chegar a preencher toda a sua mente com a imagem da mandala. Ela será reconstruída dentro de você.
4. Não queira controlar seus movimentos. Respire profundamente e bem devagar permanecendo relaxada(o) todo o tempo. Seus olhos poderão ficar pesados, lacrimejar ou arder. Permita que isso aconteça. Deixe a mandala limpar, desobstruir e energizar seus olhos físicos e seus componentes etéricos. Fixe sempre o olhar no centro do desenho. Perceba os detalhes captados pela visão periférica, sinta sua vibração, mas não desligue do centro.
5. Procure piscar o mínimo possível e quando o fizer, que seja suavemente e com total atenção. Não faça apreciação ou juízo crítico. Não deixe a sua mente interferir no processo. Apenas observe o que está acontecendo dentro e fora de você.
6. Perceba que, quando sua mente se aquieta, você gasta menos energia com o pensamento, e, como não existe vácuo no universo, outra função assume essa energia. É hora de funcionar a intuição, o autoconhecimento, a clarividência e a clariaudiência. Começam a emergir interiormente potenciais normalmente submersos do seu ser.
7. Mergulhe na mandala por 15 minutos. É opcional o uso de música ou qualquer outro estímulo auditivo. Durante todo o exercício é vital a atenção na respiração, que poderá ter variantes de acordo com o que se quer atingir.
8. Quanto mais imóvel você conseguir ficar, mais a mandala penetrará em você, harmonizando seu campo de energia e os chacras.
9. No final, feche os olhos, esquente as mãos e as coloque sobre eles, relaxando-os.
10. Não deite logo em seguida. Permaneça por mais 15 minutos sentado, observando o que está acontecendo internamente com você. Essa observação é o objetivo de toda e qualquer técnica meditativa. Fique em silêncio, de olhos fechados e coluna ereta.
11. Após este período, se quiser, deite.
12. Esta meditação não deve ser feita antes de dormir ou logo após as refeições.
13. Depois de um período de prática de 21 dias, mude a mandala.
Mandalas são imagens circulares usadas há milênios pelos povos orientais para expressar, através de um desenho, a experiência humana de contato com a energia divina. Nas mandalas estão expressas as relações entre o Homem e o Cosmos, entre a busca de conquistas materiais e a energia espiritual que está por trás delas. Em outras palavras, as mandalas são um caminho para se autoconhecer alinhada com Deus.
A palavra mandala vem do sânscrito e significa "círculo mágico". Entre os povos orientais, atribui-se às mandalas a característica de representar graficamente o ritmo, movimento e harmonia que regem todo o Universo, a natureza e o próprio ser humano.
Para os hindus, a mandala é a reprodução da mente humana quando equilibrada. Por esta razão, meditar corretamente, olhando para uma mandala, pode reordenar os processos mentais, trazendo paz e soluções para conflitos sobre os quais nem mesmo conseguimos ter consciência. Ou seja, mesmo sem que você saiba exatamente o que causa uma determinada perturbação em sua vida, a meditação com uma mandala pode acabar com o problema.
DICAS PARA MEDITAR COM A MANDALA
1. Escolha a sua mandala - aquela que mais te fascina - e observe-a bem, pensando naquilo que está buscando: foco, concentração, criatividade, abundância, fertilidade, saúde, amorosidade, serenidade, etc.
2. Procure sentar numa posição confortável com a coluna ereta, colocando a mandala diante de seu rosto pendurada na parede. O centro da mandala deverá estar à altura dos olhos, numa distância semelhante à extensão de seu braço.
3. Focalize toda sua atenção no centro da mandala. Não exerça tensão sobre os olhos que deverão permanecer repousados no centro da mandala durante todo o exercício. Procure aos poucos esvaziar sua cabeça, deixando a mandala agir em você através do movimento que lhe é inerente. A idéia é chegar a preencher toda a sua mente com a imagem da mandala. Ela será reconstruída dentro de você.
4. Não queira controlar seus movimentos. Respire profundamente e bem devagar permanecendo relaxada(o) todo o tempo. Seus olhos poderão ficar pesados, lacrimejar ou arder. Permita que isso aconteça. Deixe a mandala limpar, desobstruir e energizar seus olhos físicos e seus componentes etéricos. Fixe sempre o olhar no centro do desenho. Perceba os detalhes captados pela visão periférica, sinta sua vibração, mas não desligue do centro.
5. Procure piscar o mínimo possível e quando o fizer, que seja suavemente e com total atenção. Não faça apreciação ou juízo crítico. Não deixe a sua mente interferir no processo. Apenas observe o que está acontecendo dentro e fora de você.
6. Perceba que, quando sua mente se aquieta, você gasta menos energia com o pensamento, e, como não existe vácuo no universo, outra função assume essa energia. É hora de funcionar a intuição, o autoconhecimento, a clarividência e a clariaudiência. Começam a emergir interiormente potenciais normalmente submersos do seu ser.
7. Mergulhe na mandala por 15 minutos. É opcional o uso de música ou qualquer outro estímulo auditivo. Durante todo o exercício é vital a atenção na respiração, que poderá ter variantes de acordo com o que se quer atingir.
8. Quanto mais imóvel você conseguir ficar, mais a mandala penetrará em você, harmonizando seu campo de energia e os chacras.
9. No final, feche os olhos, esquente as mãos e as coloque sobre eles, relaxando-os.
10. Não deite logo em seguida. Permaneça por mais 15 minutos sentado, observando o que está acontecendo internamente com você. Essa observação é o objetivo de toda e qualquer técnica meditativa. Fique em silêncio, de olhos fechados e coluna ereta.
11. Após este período, se quiser, deite.
12. Esta meditação não deve ser feita antes de dormir ou logo após as refeições.
13. Depois de um período de prática de 21 dias, mude a mandala.
terça-feira, 20 de abril de 2010
MEDITAÇÃO
OOOi queridas,
Vamos conhecer a meditação da mandala. Mas, antes postarei um artigo sobre mandala, para vcs ficarem conhecendo melhor sobre esse assunto.
Depois que vocês aprenderem essa meditação, vamos sortear a dupla e aplica-la.
Beeeijos
Vamos conhecer a meditação da mandala. Mas, antes postarei um artigo sobre mandala, para vcs ficarem conhecendo melhor sobre esse assunto.
Depois que vocês aprenderem essa meditação, vamos sortear a dupla e aplica-la.
Beeeijos
MANDALA
Atualmente, bem-estar e qualidade de vida são objetos de grande desejo de todo ser humano. E quanto mais “natural” o processo de aquisição dessa estrutura, melhor. Uma das maneiras de alcançar essa paz interior é por meio das mandalas.
A mandala nada mais é do que um campo de força, no qual as formas, a estrutura numérica e as cores possuem poderes vibracionais atuantes. “Quando fazemos contato visual com uma mandala, nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva”, explica Celina Fioravanti no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.
Todas as mandalas possuem os seguintes elementos: a forma circular; o ponto central; e a repetição ou simetria das formas que constituem o desenho. De acordo com Celina, cada parte da mandala possui um simbolismo:
O espaço interior, onde são desenvolvidas as formas, é sagrado, enquanto aquilo que está fora desse espaço é profano;
O ponto central representa uma existência superior, a fonte de toda a criação;
O desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica que divide o espaço em porções simétricas. A emanação das figuras geométricas e do número de divisões do espaço determina a chamada “vibração da mandala”; e
O simbolismo das cores e seu poder vibratório.
Os números na mandala
A base da mandala é definida pela divisão do espaço circular. Por exemplo, se há apenas um elemento principal dentro do espaço circular, essa mandala tem base um.
Base um: simboliza o princípio; são fortes e estão diretamente ligadas ao conceito de Deus;
Base dois: representa a dualidade, as polaridades opostas da energia, que se unem para gerar uma terceira força;
Base três: representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais;
Base quatro: está ligada ao poder e à ação objetiva;
Base cinco: está relacionada com a leveza, a fluidez, a alegria e a alquimia; é base para as mandalas com base dez e 15;
Base seis: é formada pela multiplicação do dois e do três, dos quais absorve um pouco os simbolismos; uma mandala com base seis quase sempre contém também o número 12;
Base sete: extrai suas vibrações da soma dos conceitos simbólicos dos números três e quatro, que unem a elevação com a materialidade; dobro de sete, a base 14 está ligada à alquimia e à magia;
Base oito: a sua influência é exercida no plano material com muita força; a base 16, dobro de oito, gera o número espiritual mais poderoso; e
Base nove: essa base acalma, ajuda a estudar e a aprender, facilita tudo o que é muito especializado; a base 18, dobro de nove, gera mandalas com muita força sobre o inconsciente e suas manifestações.
Celina ressalta no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados” que existem mandalas com duas ou mais bases numéricas, em que os conceitos e a emanação da mandala têm duas atuações distintas. “Uma mandala com duas vibrações é mais fraca que uma mandala com apenas uma emanação vibracional”, diz.
A geometria na mandala
Na maior parte das vezes, são as formas geométricas da mandala que criam as vibrações numéricas.
Círculo: indica a área de atuação de Deus, a abrangência de seu poder, é o símbolo do céu;
Triângulo: representa o homem em sua busca espiritual;
Quadrado: simboliza a matéria, o mundo das ações e realizações físicas, num plano de existência puramente terrestre;
Pentágono e pentagrama: como pentágono, lembra o quinto elemento, o éter. Como pentagrama ou estrela de cinco pontas, emana vibrações de liberdade de ação e de pensamento; e
Hexágono e estrela de seis pontas: o hexágono indica o campo de atuação da busca espiritual. A estrela de seis pontas ou estrela de Davi representa a fé aplicada à vida material e a fé transformada numa ligação real com Deus.
As cores na mandala
As cores nas mandalas têm uma função altamente estimulante e terapêutica:
Vermelho: afasta a depressão, tira o desânimo e traz poder no plano material;
Amarelo: cor da inteligência, do estudo e da criatividade;
Azul: traz paz, harmonia e serenidade;
Laranja: cor da reconstrução, da correção e da melhora;
Verde: melhora qualquer estado físico negativo e cura o corpo, da mesma maneira, cura a alma quando está abatida; e
Lilás: evita que as energias indesejadas se instalem.
Como usar as mandalas
De acordo com Celina, existem muitas maneiras de aproveitar a energia emanada pelas mandalas. “Olhas para as mandalas é a primeira maneira de receber suas emanações positivas. Ao olhar uma mandala, sua estrutura começa a agir em nosso interior e gera modificações energéticas para as quais ela está programada”, explica a autora do livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.
O primeiro cuidado é escolher a mandala certa para olhar. “Prepare um lugar calmo e isolado. Pode haver música, incenso, velas… O essencial é poder estar ali em paz e sem ser interrompido”, ressalta. Coloque o desenho na sua frente e feche os olhos. Faça respirações profundas. Quando estiver mais concentrado, abra os olhos e olhe diretamente para a mandala. Procure deixar sua mente livre de preocupações.
“Permaneça olhando quanto tempo quiser. Se ficar cinco minutos, irá se sentir bem e em harmonia. Se ficar 15 minutos, irá restaurar sua energia interior e exterior. Se ficar 30 minutos, bem concentrado no desenho, provavelmente acabará meditando com a ajuda da mandala”, finaliza Celina Fioravanti.
Bibliografia - “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”, de Celina Fioravanti, com desenhos de Vagner Vargas, da Editora Pensamento.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
AULA DE ALONGAMENTO
OOi queridasComeçamos a estudar nestes tópicos a importância do alongamento na dança.
Falamos sobre sua execução, quais os adequados para sua aula, entre outras informações importantes para um alongamento na dança.
Falamos sobre técnicas de meditação, forma de meditação, como aplicar a meditação, musicas adequadas. Aula com movimentos da dança do ventre, cambres, giros,arabesques,deslocamento maia
Falamos ainda, sobre elementos necessários para ministrar uma aula de dança, e sobre a saida da aluna da sala de aula, para o mercado de trabalho.
Espero que as aulas tenham sido esclarecedoras.
Beeijos queridas
domingo, 11 de abril de 2010
NOVOS TOPICOS DO I MÓDULO INICIO 8-04-2010
Começamos mais tres tópicos ainda do I Módulo- Aprendendo a Ensinar os Estilos de Dança,Dança com Um véu
Como ministrar uma aula de dança.
O que ensinar na aula de dança do ventre.
E começamos a falar sobre Dança e Educação, para então chegarmos ao processo que acontece em nosso corpo que chamamos de dança.
"O corpo, por muitos séculos considerado somente uma entidade biológica (natural), passa a ser estudado pelas ciências sociais, mais intensamente dede da década de 60 e 70, também como um fenômeno construído, interpretado idealizado pela cultura e pela sociedade (Shilling, 1993)......
E assim vai... nos vemos no curso, para falarmos melhor sobre esse assunto que nos encanta.. Lembram da linda bailarina ao lado?
Beeeijos
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ENCERRAMENTO DOS TRES TOPICOS DO CURSO
Chegamos hoje ao fim dos tres primeiros tópicos do nosso curso Profissionalizante .
Acredito que esses tópicos que vimos ate aqui, foram de bem assimilado por vcs. Tivemos execícios práticos sobre as bailarinas da época de ouro, estudo dos movimentos dessas bailarinas. Exercício sobre os estilos de dança com aulas ministradas por vcs. E por fim uma observação dessas atividades. Penso que foi muito proveitosa essa primeira parte.
Queridas mais uma vez obrigada por estarem participando desse curso.
Postarei algumas fotos que foram feitas durante as atividades. Olha so que grupo maaaaravilhoso!!!!


Beeeijos
Acredito que esses tópicos que vimos ate aqui, foram de bem assimilado por vcs. Tivemos execícios práticos sobre as bailarinas da época de ouro, estudo dos movimentos dessas bailarinas. Exercício sobre os estilos de dança com aulas ministradas por vcs. E por fim uma observação dessas atividades. Penso que foi muito proveitosa essa primeira parte.
Queridas mais uma vez obrigada por estarem participando desse curso.
Postarei algumas fotos que foram feitas durante as atividades. Olha so que grupo maaaaravilhoso!!!!


Beeeijos
terça-feira, 6 de abril de 2010
ANATOMIA - ULTIMA AULA
sábado, 3 de abril de 2010
RAQUIA HASSAN
Raqia Hassan é uma bailarina altamente conceituado no mundo da dança oriental, uma mestra sem igual. Leia essa matéria que saiu sobre ela no site bellydance.
ELA É FANTÁSTICA!!!!
Beeeijos
Raqia Hassan, há muito tempo membro muito valioso da famosa troupe (grupo) de Mahmoud Redá. Raqia Hassan devotou sua vida ao ensino da arte da dança egípcia. Tendo estabelecido uma extraordinária reputação no Cairo treinando profissionais (Aza Sharif, Mona Said) e estudantes promissoras, ela agora é solicitada em uma escala mundial como uma treinadora e instrutora de bailarinas querida e respeitada. Uma artista completa, ela comunica sua técnica pessoal e valores estéticos com entusiasmo e visão.
Quando Raqia fala com suas bailarinas, ela freqüentemente utiliza o vocabulário de uma mestra de ballet. Apesar dela freqüentemente utilizar alguns passos "universais", eles são impregnados de suavidade e flexibilidade orientais "nunca rígidos".
Suas técnicas de aquecimento centram-se quase inteiramente no conceito de movimentos de círculo e relaxamento. A maioria das professoras realiza um pouco de trabalho muscular para as costas e pés, mas Raqia é delicada. Nada é agressivo e é muito interessante assistir à Sra. Hassan em suas leggings brilhantes, onde se pode ver cada movimento de seu corpo.
Seu uso dos braços é interessante porque ela usa uma linguagem natural e simbólica para ilustrar suas músicas. Numa frase que diz “Eu amo você com todo o meu ser”, ela se inclina para trás, toca o solo, rapidamente se ergue e aponta o céu! As mãos atingem e então tocam o coração dos olhos. As mãos realmente falam!
Em suas danças folclóricas do campo, a Sra. Hassan tinha mais surpresas escondidas na sua manga sensual. Uma vez que tinha as bailarinas fazendo batidas no chão com as pernas cruzadas na posição do tornozelo: inclinações com as costas eram variadas com batidas da esquerda para a direita acompanhadas de posições de mão graciosas. É divertido trabalhar com alguém que gosta de ser tão literal com uma canção. Raqia exige disciplina das estudantes que vêm à ela. É cobrada clareza nas combinações de shimmy/ondulação. Ela quer um shimmy forte e sutil, porém ondulações contrárias claras em direções elípticas – isolamento total das outras partes do corpo, sem batidas de qualquer tipo. Deveriam ser feitos esforços para produzir eventos reais e shows autênticos e não carnavais ou shows de circo. “Como podemos criar respeito pela dança quando os diretores não estão fazendo nada no que diz respeito à dança em questão?” Nós devemos encorajar as grandes professoras a manter sua bela arte viva. As pessoas com quatro lições e uma bela roupa podem fazer muito para destruir o que estamos tentando apresentar para o público como arte.
As pessoas devem saber de nossa dedicação, disciplina e conhecimento. No Egito, a boa bailarina, séria e profissional, é uma mulher forte, artística, de paixão e expressividade, atraída para uma dança exótica eterna, energizada pela vitalidade e inspirada pelas forças musicais e rítmicas. Ela é confiante o suficiente para não ser aterrorizada por um empregador inescrupuloso, grupos loucos, um cliente rude ou garotas de programa que fingem ser bailarinas.
Raqia treinou muitas estrelas de dança oriental egípcias. Artistas aposentadas tais como Aza Sharif e Mona Said, bailarinas experientes incluindo Fifi Abdo e Dina e artistas mais jovens tais como Nani e Amani (egípcia), procuraram os talentos desta treinadora da dança.
Raqia esteve envolvida com a dança folclórica egípcia por 30 anos e por pelo menos 18 anos ela tem estado envolvida com a dança oriental. É ao estilo oriental que ela agora se devota.
Parte da missão de Raqia é educação sobre o estilo oriental egípcio.
"Quando eu vou assistir uma bailarina, ela deve me deixar relaxada. A dança não é sobre o quanto você utiliza de força, mas sobre o quanto você sente"
aqia também acredita que ouvir constantemente a música árabe também ajuda, pois a dança vai de mãos dadas com a música.
Raqia Hassan traz técnicas especializadas, como os estilos Gawazee, Fellahin, Zagat (Toorah), Saidii, Zaar e Tannoura, para mencionar apenas alguns.
Raqia já ministrou e continua ministrando workshops pelos cinco
ELA É FANTÁSTICA!!!!
Beeeijos
Raqia Hassan, há muito tempo membro muito valioso da famosa troupe (grupo) de Mahmoud Redá. Raqia Hassan devotou sua vida ao ensino da arte da dança egípcia. Tendo estabelecido uma extraordinária reputação no Cairo treinando profissionais (Aza Sharif, Mona Said) e estudantes promissoras, ela agora é solicitada em uma escala mundial como uma treinadora e instrutora de bailarinas querida e respeitada. Uma artista completa, ela comunica sua técnica pessoal e valores estéticos com entusiasmo e visão.Quando Raqia fala com suas bailarinas, ela freqüentemente utiliza o vocabulário de uma mestra de ballet. Apesar dela freqüentemente utilizar alguns passos "universais", eles são impregnados de suavidade e flexibilidade orientais "nunca rígidos".
Suas técnicas de aquecimento centram-se quase inteiramente no conceito de movimentos de círculo e relaxamento. A maioria das professoras realiza um pouco de trabalho muscular para as costas e pés, mas Raqia é delicada. Nada é agressivo e é muito interessante assistir à Sra. Hassan em suas leggings brilhantes, onde se pode ver cada movimento de seu corpo.
Seu uso dos braços é interessante porque ela usa uma linguagem natural e simbólica para ilustrar suas músicas. Numa frase que diz “Eu amo você com todo o meu ser”, ela se inclina para trás, toca o solo, rapidamente se ergue e aponta o céu! As mãos atingem e então tocam o coração dos olhos. As mãos realmente falam!
Em suas danças folclóricas do campo, a Sra. Hassan tinha mais surpresas escondidas na sua manga sensual. Uma vez que tinha as bailarinas fazendo batidas no chão com as pernas cruzadas na posição do tornozelo: inclinações com as costas eram variadas com batidas da esquerda para a direita acompanhadas de posições de mão graciosas. É divertido trabalhar com alguém que gosta de ser tão literal com uma canção. Raqia exige disciplina das estudantes que vêm à ela. É cobrada clareza nas combinações de shimmy/ondulação. Ela quer um shimmy forte e sutil, porém ondulações contrárias claras em direções elípticas – isolamento total das outras partes do corpo, sem batidas de qualquer tipo. Deveriam ser feitos esforços para produzir eventos reais e shows autênticos e não carnavais ou shows de circo. “Como podemos criar respeito pela dança quando os diretores não estão fazendo nada no que diz respeito à dança em questão?” Nós devemos encorajar as grandes professoras a manter sua bela arte viva. As pessoas com quatro lições e uma bela roupa podem fazer muito para destruir o que estamos tentando apresentar para o público como arte.
As pessoas devem saber de nossa dedicação, disciplina e conhecimento. No Egito, a boa bailarina, séria e profissional, é uma mulher forte, artística, de paixão e expressividade, atraída para uma dança exótica eterna, energizada pela vitalidade e inspirada pelas forças musicais e rítmicas. Ela é confiante o suficiente para não ser aterrorizada por um empregador inescrupuloso, grupos loucos, um cliente rude ou garotas de programa que fingem ser bailarinas.
Raqia treinou muitas estrelas de dança oriental egípcias. Artistas aposentadas tais como Aza Sharif e Mona Said, bailarinas experientes incluindo Fifi Abdo e Dina e artistas mais jovens tais como Nani e Amani (egípcia), procuraram os talentos desta treinadora da dança.
Raqia esteve envolvida com a dança folclórica egípcia por 30 anos e por pelo menos 18 anos ela tem estado envolvida com a dança oriental. É ao estilo oriental que ela agora se devota.
Parte da missão de Raqia é educação sobre o estilo oriental egípcio.
"Quando eu vou assistir uma bailarina, ela deve me deixar relaxada. A dança não é sobre o quanto você utiliza de força, mas sobre o quanto você sente"
aqia também acredita que ouvir constantemente a música árabe também ajuda, pois a dança vai de mãos dadas com a música.
Raqia Hassan traz técnicas especializadas, como os estilos Gawazee, Fellahin, Zagat (Toorah), Saidii, Zaar e Tannoura, para mencionar apenas alguns.
Raqia já ministrou e continua ministrando workshops pelos cinco
quarta-feira, 31 de março de 2010
ANATOMIA - CONTINUAÇÃO - 6ª AULA
OOOi queridas,
Estamos terminando Anatomia para o movimento. Agradeço a colaboração da Drª Nadia, com suas explicações esclarecedoras nesse tópico tão importante para a formação de um professor, que pretende trabalhar com o corpo.
Vimos a DIFERENÇAS ENTRE OS OSSOS DO ESQUELETO MASCULINO E FEMININO entre outros assuntos relacionados.
Espero que essa aulas, tenham sido esclarecedoras, pois são de suma importância para o ensino da dança.
Deixe sua duvida
Beeijos
Estamos terminando Anatomia para o movimento. Agradeço a colaboração da Drª Nadia, com suas explicações esclarecedoras nesse tópico tão importante para a formação de um professor, que pretende trabalhar com o corpo.
Vimos a DIFERENÇAS ENTRE OS OSSOS DO ESQUELETO MASCULINO E FEMININO entre outros assuntos relacionados.
Espero que essa aulas, tenham sido esclarecedoras, pois são de suma importância para o ensino da dança.
Deixe sua duvida
Beeijos
terça-feira, 23 de março de 2010
ANATOMIA PARA DANÇA - 6ª aula
Oi queridas
Hoje teremos o resultado da pesquisa sobre as bailarinas da Era de ouro e sobre os estilos de dança. Cada alunas ministrara uma aula sobre esses assuntos, e apresentarão em forma de show.
Iniciamos na semana passada Anatomia para dança, e hoje vamos dar continuidade a esse tópico do curso.
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORPO HUMANO
Nesta formação iremos abordar em alguns momentos, determinadas partes do corpo humano, pelo que se torna necessário fazer um breve resumo da constituição de diversas partes do corpo humano. Não é possível abranger neste curso todas as partes do corpo humano nem tratá-las de forma intensa, por isso vamos abordar apenas aquelas que são mais importantes na dança e para um caso de primeiros socorros
Anatomia
É área da medicina que se dedica ao estudo da forma e relacionamento dos diversos componentes do corpo humano. Anatomia é a parte da biologia que estuda a forma e a estrutura dos seres organizados, bem como as relações entre os órgãos que se constituem. É uma palavra de origem grega que significa cortar em partes (ana : cortar e tomia: em partes). Em português temos para o mesmo significado a palavra “dissecação”.
Hoje teremos o resultado da pesquisa sobre as bailarinas da Era de ouro e sobre os estilos de dança. Cada alunas ministrara uma aula sobre esses assuntos, e apresentarão em forma de show.
Iniciamos na semana passada Anatomia para dança, e hoje vamos dar continuidade a esse tópico do curso.
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORPO HUMANO
Nesta formação iremos abordar em alguns momentos, determinadas partes do corpo humano, pelo que se torna necessário fazer um breve resumo da constituição de diversas partes do corpo humano. Não é possível abranger neste curso todas as partes do corpo humano nem tratá-las de forma intensa, por isso vamos abordar apenas aquelas que são mais importantes na dança e para um caso de primeiros socorros
Anatomia
É área da medicina que se dedica ao estudo da forma e relacionamento dos diversos componentes do corpo humano. Anatomia é a parte da biologia que estuda a forma e a estrutura dos seres organizados, bem como as relações entre os órgãos que se constituem. É uma palavra de origem grega que significa cortar em partes (ana : cortar e tomia: em partes). Em português temos para o mesmo significado a palavra “dissecação”.
segunda-feira, 15 de março de 2010
ESTILOS DE DANÇA - 5ª aula- 15/03/2010
OooOi queridas
chegamos a nossa 5ª aula, acredito que o curso esta sendo bem assimilado por vocês. Estou adooorando a participação e o comprometimento com que vem assumindo esse curso.
Falaremos sobre os Estilos de Dança.
Quando falamos em estilos de dança pensamos logo em, véu snujs bengala ... porém não é nada disso! Vamos falar quais são os estilos de dança do ventre mais estudados, que não tem nada a ver com bengala e outros, como é ensinado por ai.
Nosso apostila começa assim:
Querida, lhe aguardo na aula para reconhecermos os estilos dessa dança maravilhosa. Beeeijos
chegamos a nossa 5ª aula, acredito que o curso esta sendo bem assimilado por vocês. Estou adooorando a participação e o comprometimento com que vem assumindo esse curso.
Continuamos no MODULO I - APRENDENDO A ENSINAR E OS ESTILOS DE DANÇA
Quando falamos em estilos de dança pensamos logo em, véu snujs bengala ... porém não é nada disso! Vamos falar quais são os estilos de dança do ventre mais estudados, que não tem nada a ver com bengala e outros, como é ensinado por ai.
Nosso apostila começa assim:
ESTILOS DE DANÇA MAIS ESTUDADOS
A dança é uma forma de arte alegre e envolvente. Ela evolui junto com as diferentes culturas que a adotam. Por causa disso, existem muitos estilos diferentes de "dança do ventre".
Foram diversas modificações, inclusive com a inclusão dos movimentos do balé clássico russo em 1930. Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas......A descrição dos estilos da dança do ventre, figurinos e música, mais ensinados nas academias e escolas.... Os Estilos de Dança do Ventre compartilham o mesmo vocabulário de dança. Comecemos a tentar reconhecer os estilos por meio de algumas características comuns....
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