Oiii queridas vamos ver aqui como meditar com a mandala.
Mandalas são imagens circulares usadas há milênios pelos povos orientais para expressar, através de um desenho, a experiência humana de contato com a energia divina. Nas mandalas estão expressas as relações entre o Homem e o Cosmos, entre a busca de conquistas materiais e a energia espiritual que está por trás delas. Em outras palavras, as mandalas são um caminho para se autoconhecer alinhada com Deus.
A palavra mandala vem do sânscrito e significa "círculo mágico". Entre os povos orientais, atribui-se às mandalas a característica de representar graficamente o ritmo, movimento e harmonia que regem todo o Universo, a natureza e o próprio ser humano.
Para os hindus, a mandala é a reprodução da mente humana quando equilibrada. Por esta razão, meditar corretamente, olhando para uma mandala, pode reordenar os processos mentais, trazendo paz e soluções para conflitos sobre os quais nem mesmo conseguimos ter consciência. Ou seja, mesmo sem que você saiba exatamente o que causa uma determinada perturbação em sua vida, a meditação com uma mandala pode acabar com o problema.
DICAS PARA MEDITAR COM A MANDALA
1. Escolha a sua mandala - aquela que mais te fascina - e observe-a bem, pensando naquilo que está buscando: foco, concentração, criatividade, abundância, fertilidade, saúde, amorosidade, serenidade, etc.
2. Procure sentar numa posição confortável com a coluna ereta, colocando a mandala diante de seu rosto pendurada na parede. O centro da mandala deverá estar à altura dos olhos, numa distância semelhante à extensão de seu braço.
3. Focalize toda sua atenção no centro da mandala. Não exerça tensão sobre os olhos que deverão permanecer repousados no centro da mandala durante todo o exercício. Procure aos poucos esvaziar sua cabeça, deixando a mandala agir em você através do movimento que lhe é inerente. A idéia é chegar a preencher toda a sua mente com a imagem da mandala. Ela será reconstruída dentro de você.
4. Não queira controlar seus movimentos. Respire profundamente e bem devagar permanecendo relaxada(o) todo o tempo. Seus olhos poderão ficar pesados, lacrimejar ou arder. Permita que isso aconteça. Deixe a mandala limpar, desobstruir e energizar seus olhos físicos e seus componentes etéricos. Fixe sempre o olhar no centro do desenho. Perceba os detalhes captados pela visão periférica, sinta sua vibração, mas não desligue do centro.
5. Procure piscar o mínimo possível e quando o fizer, que seja suavemente e com total atenção. Não faça apreciação ou juízo crítico. Não deixe a sua mente interferir no processo. Apenas observe o que está acontecendo dentro e fora de você.
6. Perceba que, quando sua mente se aquieta, você gasta menos energia com o pensamento, e, como não existe vácuo no universo, outra função assume essa energia. É hora de funcionar a intuição, o autoconhecimento, a clarividência e a clariaudiência. Começam a emergir interiormente potenciais normalmente submersos do seu ser.
7. Mergulhe na mandala por 15 minutos. É opcional o uso de música ou qualquer outro estímulo auditivo. Durante todo o exercício é vital a atenção na respiração, que poderá ter variantes de acordo com o que se quer atingir.
8. Quanto mais imóvel você conseguir ficar, mais a mandala penetrará em você, harmonizando seu campo de energia e os chacras.
9. No final, feche os olhos, esquente as mãos e as coloque sobre eles, relaxando-os.
10. Não deite logo em seguida. Permaneça por mais 15 minutos sentado, observando o que está acontecendo internamente com você. Essa observação é o objetivo de toda e qualquer técnica meditativa. Fique em silêncio, de olhos fechados e coluna ereta.
11. Após este período, se quiser, deite.
12. Esta meditação não deve ser feita antes de dormir ou logo após as refeições.
13. Depois de um período de prática de 21 dias, mude a mandala.
Criei este espaço para as alunas do curso profissionalizante em Dança do Ventre, receberem material didático e para deixarem seus comentários, dúvidas, sugestões e recados.
FORMAÇÃO DE PROFESSORA PARA DANÇA DO VENTRE 2010
BELÉM - PA - AMAZÔNIA
domingo, 25 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
MEDITAÇÃO
OOOi queridas,
Vamos conhecer a meditação da mandala. Mas, antes postarei um artigo sobre mandala, para vcs ficarem conhecendo melhor sobre esse assunto.
Depois que vocês aprenderem essa meditação, vamos sortear a dupla e aplica-la.
Beeeijos
Vamos conhecer a meditação da mandala. Mas, antes postarei um artigo sobre mandala, para vcs ficarem conhecendo melhor sobre esse assunto.
Depois que vocês aprenderem essa meditação, vamos sortear a dupla e aplica-la.
Beeeijos
MANDALA
Atualmente, bem-estar e qualidade de vida são objetos de grande desejo de todo ser humano. E quanto mais “natural” o processo de aquisição dessa estrutura, melhor. Uma das maneiras de alcançar essa paz interior é por meio das mandalas.
A mandala nada mais é do que um campo de força, no qual as formas, a estrutura numérica e as cores possuem poderes vibracionais atuantes. “Quando fazemos contato visual com uma mandala, nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva”, explica Celina Fioravanti no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.
Todas as mandalas possuem os seguintes elementos: a forma circular; o ponto central; e a repetição ou simetria das formas que constituem o desenho. De acordo com Celina, cada parte da mandala possui um simbolismo:
O espaço interior, onde são desenvolvidas as formas, é sagrado, enquanto aquilo que está fora desse espaço é profano;
O ponto central representa uma existência superior, a fonte de toda a criação;
O desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica que divide o espaço em porções simétricas. A emanação das figuras geométricas e do número de divisões do espaço determina a chamada “vibração da mandala”; e
O simbolismo das cores e seu poder vibratório.
Os números na mandala
A base da mandala é definida pela divisão do espaço circular. Por exemplo, se há apenas um elemento principal dentro do espaço circular, essa mandala tem base um.
Base um: simboliza o princípio; são fortes e estão diretamente ligadas ao conceito de Deus;
Base dois: representa a dualidade, as polaridades opostas da energia, que se unem para gerar uma terceira força;
Base três: representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais;
Base quatro: está ligada ao poder e à ação objetiva;
Base cinco: está relacionada com a leveza, a fluidez, a alegria e a alquimia; é base para as mandalas com base dez e 15;
Base seis: é formada pela multiplicação do dois e do três, dos quais absorve um pouco os simbolismos; uma mandala com base seis quase sempre contém também o número 12;
Base sete: extrai suas vibrações da soma dos conceitos simbólicos dos números três e quatro, que unem a elevação com a materialidade; dobro de sete, a base 14 está ligada à alquimia e à magia;
Base oito: a sua influência é exercida no plano material com muita força; a base 16, dobro de oito, gera o número espiritual mais poderoso; e
Base nove: essa base acalma, ajuda a estudar e a aprender, facilita tudo o que é muito especializado; a base 18, dobro de nove, gera mandalas com muita força sobre o inconsciente e suas manifestações.
Celina ressalta no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados” que existem mandalas com duas ou mais bases numéricas, em que os conceitos e a emanação da mandala têm duas atuações distintas. “Uma mandala com duas vibrações é mais fraca que uma mandala com apenas uma emanação vibracional”, diz.
A geometria na mandala
Na maior parte das vezes, são as formas geométricas da mandala que criam as vibrações numéricas.
Círculo: indica a área de atuação de Deus, a abrangência de seu poder, é o símbolo do céu;
Triângulo: representa o homem em sua busca espiritual;
Quadrado: simboliza a matéria, o mundo das ações e realizações físicas, num plano de existência puramente terrestre;
Pentágono e pentagrama: como pentágono, lembra o quinto elemento, o éter. Como pentagrama ou estrela de cinco pontas, emana vibrações de liberdade de ação e de pensamento; e
Hexágono e estrela de seis pontas: o hexágono indica o campo de atuação da busca espiritual. A estrela de seis pontas ou estrela de Davi representa a fé aplicada à vida material e a fé transformada numa ligação real com Deus.
As cores na mandala
As cores nas mandalas têm uma função altamente estimulante e terapêutica:
Vermelho: afasta a depressão, tira o desânimo e traz poder no plano material;
Amarelo: cor da inteligência, do estudo e da criatividade;
Azul: traz paz, harmonia e serenidade;
Laranja: cor da reconstrução, da correção e da melhora;
Verde: melhora qualquer estado físico negativo e cura o corpo, da mesma maneira, cura a alma quando está abatida; e
Lilás: evita que as energias indesejadas se instalem.
Como usar as mandalas
De acordo com Celina, existem muitas maneiras de aproveitar a energia emanada pelas mandalas. “Olhas para as mandalas é a primeira maneira de receber suas emanações positivas. Ao olhar uma mandala, sua estrutura começa a agir em nosso interior e gera modificações energéticas para as quais ela está programada”, explica a autora do livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.
O primeiro cuidado é escolher a mandala certa para olhar. “Prepare um lugar calmo e isolado. Pode haver música, incenso, velas… O essencial é poder estar ali em paz e sem ser interrompido”, ressalta. Coloque o desenho na sua frente e feche os olhos. Faça respirações profundas. Quando estiver mais concentrado, abra os olhos e olhe diretamente para a mandala. Procure deixar sua mente livre de preocupações.
“Permaneça olhando quanto tempo quiser. Se ficar cinco minutos, irá se sentir bem e em harmonia. Se ficar 15 minutos, irá restaurar sua energia interior e exterior. Se ficar 30 minutos, bem concentrado no desenho, provavelmente acabará meditando com a ajuda da mandala”, finaliza Celina Fioravanti.
Bibliografia - “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”, de Celina Fioravanti, com desenhos de Vagner Vargas, da Editora Pensamento.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
AULA DE ALONGAMENTO
OOi queridasComeçamos a estudar nestes tópicos a importância do alongamento na dança.
Falamos sobre sua execução, quais os adequados para sua aula, entre outras informações importantes para um alongamento na dança.
Falamos sobre técnicas de meditação, forma de meditação, como aplicar a meditação, musicas adequadas. Aula com movimentos da dança do ventre, cambres, giros,arabesques,deslocamento maia
Falamos ainda, sobre elementos necessários para ministrar uma aula de dança, e sobre a saida da aluna da sala de aula, para o mercado de trabalho.
Espero que as aulas tenham sido esclarecedoras.
Beeijos queridas
domingo, 11 de abril de 2010
NOVOS TOPICOS DO I MÓDULO INICIO 8-04-2010
Começamos mais tres tópicos ainda do I Módulo- Aprendendo a Ensinar os Estilos de Dança,Dança com Um véu
Como ministrar uma aula de dança.
O que ensinar na aula de dança do ventre.
E começamos a falar sobre Dança e Educação, para então chegarmos ao processo que acontece em nosso corpo que chamamos de dança.
"O corpo, por muitos séculos considerado somente uma entidade biológica (natural), passa a ser estudado pelas ciências sociais, mais intensamente dede da década de 60 e 70, também como um fenômeno construído, interpretado idealizado pela cultura e pela sociedade (Shilling, 1993)......
E assim vai... nos vemos no curso, para falarmos melhor sobre esse assunto que nos encanta.. Lembram da linda bailarina ao lado?
Beeeijos
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ENCERRAMENTO DOS TRES TOPICOS DO CURSO
Chegamos hoje ao fim dos tres primeiros tópicos do nosso curso Profissionalizante .
Acredito que esses tópicos que vimos ate aqui, foram de bem assimilado por vcs. Tivemos execícios práticos sobre as bailarinas da época de ouro, estudo dos movimentos dessas bailarinas. Exercício sobre os estilos de dança com aulas ministradas por vcs. E por fim uma observação dessas atividades. Penso que foi muito proveitosa essa primeira parte.
Queridas mais uma vez obrigada por estarem participando desse curso.
Postarei algumas fotos que foram feitas durante as atividades. Olha so que grupo maaaaravilhoso!!!!


Beeeijos
Acredito que esses tópicos que vimos ate aqui, foram de bem assimilado por vcs. Tivemos execícios práticos sobre as bailarinas da época de ouro, estudo dos movimentos dessas bailarinas. Exercício sobre os estilos de dança com aulas ministradas por vcs. E por fim uma observação dessas atividades. Penso que foi muito proveitosa essa primeira parte.
Queridas mais uma vez obrigada por estarem participando desse curso.
Postarei algumas fotos que foram feitas durante as atividades. Olha so que grupo maaaaravilhoso!!!!


Beeeijos
terça-feira, 6 de abril de 2010
ANATOMIA - ULTIMA AULA
sábado, 3 de abril de 2010
RAQUIA HASSAN
Raqia Hassan é uma bailarina altamente conceituado no mundo da dança oriental, uma mestra sem igual. Leia essa matéria que saiu sobre ela no site bellydance.
ELA É FANTÁSTICA!!!!
Beeeijos
Raqia Hassan, há muito tempo membro muito valioso da famosa troupe (grupo) de Mahmoud Redá. Raqia Hassan devotou sua vida ao ensino da arte da dança egípcia. Tendo estabelecido uma extraordinária reputação no Cairo treinando profissionais (Aza Sharif, Mona Said) e estudantes promissoras, ela agora é solicitada em uma escala mundial como uma treinadora e instrutora de bailarinas querida e respeitada. Uma artista completa, ela comunica sua técnica pessoal e valores estéticos com entusiasmo e visão.
Quando Raqia fala com suas bailarinas, ela freqüentemente utiliza o vocabulário de uma mestra de ballet. Apesar dela freqüentemente utilizar alguns passos "universais", eles são impregnados de suavidade e flexibilidade orientais "nunca rígidos".
Suas técnicas de aquecimento centram-se quase inteiramente no conceito de movimentos de círculo e relaxamento. A maioria das professoras realiza um pouco de trabalho muscular para as costas e pés, mas Raqia é delicada. Nada é agressivo e é muito interessante assistir à Sra. Hassan em suas leggings brilhantes, onde se pode ver cada movimento de seu corpo.
Seu uso dos braços é interessante porque ela usa uma linguagem natural e simbólica para ilustrar suas músicas. Numa frase que diz “Eu amo você com todo o meu ser”, ela se inclina para trás, toca o solo, rapidamente se ergue e aponta o céu! As mãos atingem e então tocam o coração dos olhos. As mãos realmente falam!
Em suas danças folclóricas do campo, a Sra. Hassan tinha mais surpresas escondidas na sua manga sensual. Uma vez que tinha as bailarinas fazendo batidas no chão com as pernas cruzadas na posição do tornozelo: inclinações com as costas eram variadas com batidas da esquerda para a direita acompanhadas de posições de mão graciosas. É divertido trabalhar com alguém que gosta de ser tão literal com uma canção. Raqia exige disciplina das estudantes que vêm à ela. É cobrada clareza nas combinações de shimmy/ondulação. Ela quer um shimmy forte e sutil, porém ondulações contrárias claras em direções elípticas – isolamento total das outras partes do corpo, sem batidas de qualquer tipo. Deveriam ser feitos esforços para produzir eventos reais e shows autênticos e não carnavais ou shows de circo. “Como podemos criar respeito pela dança quando os diretores não estão fazendo nada no que diz respeito à dança em questão?” Nós devemos encorajar as grandes professoras a manter sua bela arte viva. As pessoas com quatro lições e uma bela roupa podem fazer muito para destruir o que estamos tentando apresentar para o público como arte.
As pessoas devem saber de nossa dedicação, disciplina e conhecimento. No Egito, a boa bailarina, séria e profissional, é uma mulher forte, artística, de paixão e expressividade, atraída para uma dança exótica eterna, energizada pela vitalidade e inspirada pelas forças musicais e rítmicas. Ela é confiante o suficiente para não ser aterrorizada por um empregador inescrupuloso, grupos loucos, um cliente rude ou garotas de programa que fingem ser bailarinas.
Raqia treinou muitas estrelas de dança oriental egípcias. Artistas aposentadas tais como Aza Sharif e Mona Said, bailarinas experientes incluindo Fifi Abdo e Dina e artistas mais jovens tais como Nani e Amani (egípcia), procuraram os talentos desta treinadora da dança.
Raqia esteve envolvida com a dança folclórica egípcia por 30 anos e por pelo menos 18 anos ela tem estado envolvida com a dança oriental. É ao estilo oriental que ela agora se devota.
Parte da missão de Raqia é educação sobre o estilo oriental egípcio.
"Quando eu vou assistir uma bailarina, ela deve me deixar relaxada. A dança não é sobre o quanto você utiliza de força, mas sobre o quanto você sente"
aqia também acredita que ouvir constantemente a música árabe também ajuda, pois a dança vai de mãos dadas com a música.
Raqia Hassan traz técnicas especializadas, como os estilos Gawazee, Fellahin, Zagat (Toorah), Saidii, Zaar e Tannoura, para mencionar apenas alguns.
Raqia já ministrou e continua ministrando workshops pelos cinco
ELA É FANTÁSTICA!!!!
Beeeijos
Raqia Hassan, há muito tempo membro muito valioso da famosa troupe (grupo) de Mahmoud Redá. Raqia Hassan devotou sua vida ao ensino da arte da dança egípcia. Tendo estabelecido uma extraordinária reputação no Cairo treinando profissionais (Aza Sharif, Mona Said) e estudantes promissoras, ela agora é solicitada em uma escala mundial como uma treinadora e instrutora de bailarinas querida e respeitada. Uma artista completa, ela comunica sua técnica pessoal e valores estéticos com entusiasmo e visão.Quando Raqia fala com suas bailarinas, ela freqüentemente utiliza o vocabulário de uma mestra de ballet. Apesar dela freqüentemente utilizar alguns passos "universais", eles são impregnados de suavidade e flexibilidade orientais "nunca rígidos".
Suas técnicas de aquecimento centram-se quase inteiramente no conceito de movimentos de círculo e relaxamento. A maioria das professoras realiza um pouco de trabalho muscular para as costas e pés, mas Raqia é delicada. Nada é agressivo e é muito interessante assistir à Sra. Hassan em suas leggings brilhantes, onde se pode ver cada movimento de seu corpo.
Seu uso dos braços é interessante porque ela usa uma linguagem natural e simbólica para ilustrar suas músicas. Numa frase que diz “Eu amo você com todo o meu ser”, ela se inclina para trás, toca o solo, rapidamente se ergue e aponta o céu! As mãos atingem e então tocam o coração dos olhos. As mãos realmente falam!
Em suas danças folclóricas do campo, a Sra. Hassan tinha mais surpresas escondidas na sua manga sensual. Uma vez que tinha as bailarinas fazendo batidas no chão com as pernas cruzadas na posição do tornozelo: inclinações com as costas eram variadas com batidas da esquerda para a direita acompanhadas de posições de mão graciosas. É divertido trabalhar com alguém que gosta de ser tão literal com uma canção. Raqia exige disciplina das estudantes que vêm à ela. É cobrada clareza nas combinações de shimmy/ondulação. Ela quer um shimmy forte e sutil, porém ondulações contrárias claras em direções elípticas – isolamento total das outras partes do corpo, sem batidas de qualquer tipo. Deveriam ser feitos esforços para produzir eventos reais e shows autênticos e não carnavais ou shows de circo. “Como podemos criar respeito pela dança quando os diretores não estão fazendo nada no que diz respeito à dança em questão?” Nós devemos encorajar as grandes professoras a manter sua bela arte viva. As pessoas com quatro lições e uma bela roupa podem fazer muito para destruir o que estamos tentando apresentar para o público como arte.
As pessoas devem saber de nossa dedicação, disciplina e conhecimento. No Egito, a boa bailarina, séria e profissional, é uma mulher forte, artística, de paixão e expressividade, atraída para uma dança exótica eterna, energizada pela vitalidade e inspirada pelas forças musicais e rítmicas. Ela é confiante o suficiente para não ser aterrorizada por um empregador inescrupuloso, grupos loucos, um cliente rude ou garotas de programa que fingem ser bailarinas.
Raqia treinou muitas estrelas de dança oriental egípcias. Artistas aposentadas tais como Aza Sharif e Mona Said, bailarinas experientes incluindo Fifi Abdo e Dina e artistas mais jovens tais como Nani e Amani (egípcia), procuraram os talentos desta treinadora da dança.
Raqia esteve envolvida com a dança folclórica egípcia por 30 anos e por pelo menos 18 anos ela tem estado envolvida com a dança oriental. É ao estilo oriental que ela agora se devota.
Parte da missão de Raqia é educação sobre o estilo oriental egípcio.
"Quando eu vou assistir uma bailarina, ela deve me deixar relaxada. A dança não é sobre o quanto você utiliza de força, mas sobre o quanto você sente"
aqia também acredita que ouvir constantemente a música árabe também ajuda, pois a dança vai de mãos dadas com a música.
Raqia Hassan traz técnicas especializadas, como os estilos Gawazee, Fellahin, Zagat (Toorah), Saidii, Zaar e Tannoura, para mencionar apenas alguns.
Raqia já ministrou e continua ministrando workshops pelos cinco
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